quarta-feira, julho 11, 2007

Festa dos Tabuleiros - Cortejo Principal

terça-feira, julho 10, 2007

Ti João Ferreira de Alviobeira na Festa dos Tabuleiros
''Afinal o que é que sou a mais ou a menos que o Presidente da República, fui emigrante em França, já tenho 82 anos e a minha reforma contribui para a economia nacional, por isso tenho direito a lugar de honra aqui nas cadeiras presidenciais, exclama o Ti João Ferreira de Benfica- Alviobeira que abancou junto do Presidente da República e outras individualidades, sem ninguém lhe perguntar por contas.''

domingo, julho 08, 2007

Festa dos Tabuleiros
Exposição de Tabuleiros na Mata



Festa dos Tabuleiros
Ruas Ornamentadas







quarta-feira, julho 04, 2007

A Festa Continua


















Festa ... Festa ...


segunda-feira, julho 02, 2007

A Festa ...


... fez regressar Tomaronline.
A Festa Grande de Tomar, a Festa dos Tabuleiros, é a responsável por este regresso ''intempestivo'' do V. blog.
Ontem, dia 1 de Julho, o Cortejo dos Rapazes, em que participaram perto de duas mil crianças dos jardins infantis e escolas do 1º ciclo do concelho de Tomar, trouxe a graciosidade, mas também uma multidão, às ruas da zona histórica da cidade de Tomar.
Há quem diga que uma imagem vale mais que mil palavras, apesar de não estarmos de acordo, porque uma palavra também pode valer por mil imagens, aqui vamos deixando ao longo dos próximos dias, algumas das cerca de meia centena de fotos que efectuámos.
Se houver interessados disponibilizaremos todas as fotos para ''consulta/pesquisa'' e cópia.

terça-feira, abril 10, 2007

Aqui é ...

Este aviso está colocado na porta de entrada de um estabelecimento comercial de Tomar. Utilizamo-lo também aqui no nosso blog.
Para que conste!

terça-feira, março 27, 2007

Plano de Pormenor Mercado/Flecheiro - posição dos Independentes por Tomar

Dada a importância que o Plano de Pormenor do Flecheiro e Mercado representa para o nosso futuro, os Independentes por Tomar entendem oportuno dar a conhecer à opinião pública o seguinte:
No “Programa Eleitoral – Compromisso com os Eleitores” assumimos publicamente proceder ao “Estudo para a localização da nova ponte a sul, na zona do Padrão/S. Lourenço, mas em local a definir em pormenor, pois a posição defendida pelo actual executivo (Flecheiro), além de bloquear todo o centro da cidade com trânsito automóvel, destrói por completo a visão paisagística do vale do Nabão, um dos ex-libris do concelho;” (pág. 6). Defendemos ainda a “Melhoria e ampliação do Mercado Municipal, mantendo-o na sua função e traça tradicionais (Estamos frontalmente contra qualquer alteração do Mercado Municipal que desrespeite o uso e a traça tradicional existentes).” (pág. 10). Em coerência com estes compromissos, quando, em 19 de Dezembro de 2006, o executivo apreciou, discutiu e (a maioria) aprovou o Plano de Pormenor do Flecheiro e Mercado os Vereadores Pedro Marques e Rosa Dias votaram contra com uma declaração de voto onde consignaram, além do mais, que as opções tomadas neste Plano de Pormenor contém alguns investimentos desadequados aos objectivos anteriormente definidos: 1.- a proposta Ponte Rodoviária do Flecheiro é contrária a um correcto ordenamento rodoviário citadino, uma vez que aumenta o tráfego de viaturas na zona escolar, afectando ainda a protecção devida à secular Igreja de Santa Maria dos Olivais, relevante património histórico e origina estrangulamentos viários em toda a zona; 2.- esta Ponte induz ainda a construção de uma via rodoviária que atravessa e interrompe a zona pedonal por excelência, prevista para a margem direita do Rio Nabão, da Ponte Nova até ao Padrão, constituindo uma barreira entre a “área de restauração e de animação nocturna (“docas”) e a zona de lazer integrando todo o Flecheiro; essa Ponte interfere ainda de forma muito negativa na visão paisagística do vale do Nabão; (…) 3.- na zona do Mercado é proposta uma intervenção radical destruindo-se o edifício do Mercado Municipal, para nesse espaço se construir o chamado Fórum, tendo como complemento adjacente a construção de um novo Mercado Municipal, mas é certo que tal opção não se fundamenta em quaisquer estudos de impacto, designadamente comercial, o que pode trazer no futuro problemas acrescidos a Tomar. Importa salientar que a opinião dos Serviços de Planeamento Físico da Câmara Municipal de Tomar é taxativa e reforça a nossa opinião, quando, na Informação Técnica nº 292/2005-DPF, de 27.05.2005, se refere que: “Entende não ser aconselhável para o futuro do centro da cidade a localização de um edifício de comércio/serviços na zona do actual Mercado Municipal, não só pelo impacto construtivo (nº de pisos/implantação), como pela relação comercial concorrencial com o Centro Histórico, ou seja, simultaneamente à melhoria geral do Núcleo Histórico e à tentativa de promover o comércio nesta zona, propõe-se um “centro comercial” relativamente à envolvente e à cidade. A tipologia de comércio caso o insucesso comercial se verifique, não permitirá com facilidade uma “reutilização”, sendo estes espaços geralmente pouco versáteis.” (sic). 4.- a proposta de inserção do novo açude entre a projectada Ponte do Flecheiro e a actual Ponte Pedonal, limita a amplitude do espelho de água resultante, pelo que tal açude deveria ser construído mais a jusante, junto à Ponte do Padrão (antiga Ponte das Ferrarias), a qual consta do Plano de Pormenor em apreciação e sempre por nós foi tida como prioritária. Com a construção dum açude no Padrão o espelho de água abrangeria uma vasta zona de lazer em toda a área situada entre a Ponte Nova e o Padrão, dotando assim todo o Flecheiro de melhores condições de relacionamento e de desfrute do seu Rio. A não adopção desta solução reduz substancialmente o significado da intervenção que se pretende levar a efeito no Rio Nabão e suas margens, principalmente na do Flecheiro. Assim, consideramos que um espelho de água como o que consta do Plano agora apresentado é manifestamente insuficiente em relação à intervenção de requalificação a levar a efeito no Flecheiro. O investimento previsto para essa requalificação seria melhor rentabilizado com a existência de um espelho de água mais substancial, o qual valorizaria sobremaneira a ligação da zona de lazer ao rio. Desta forma, os Vereadores Independentes por Tomar entendem que Câmara Municipal deverá diligenciar e instar perante o I.N.A.G. para se obter um parecer favorável à concretização do prolongamento do espelho de água até ao Padrão, como atrás referimos. EM CONCLUSÃO: Apesar deste Plano de Pormenor potenciar uma requalificação das zonas do Flecheiro, do Mercado e de Marmelais, permitindo ainda um ordenamento do território com uma melhor definição dos espaços a ocupar e introduzindo mecanismos de perequação que permitem uma igualdade na repartição dos direitos dos proprietários, o certo é que, a construção da Ponte do Flecheiro, a destruição do edifício do Mercado e a sua substituição por um empreendimento chamado Fórum, sem se conhecer o impacto que irá ter e (irá) causar no comércio tradicional local, são algumas das opções que consideramos desadequadas e inoportunas, como deixámos exposto, o que determina o nosso voto CONTRA.” Aguardando a divulgação dos resultados dessa consulta, afirmamos: -que é prioritária a construção da Ponte do Padrão/S. Lourenço; -que a Ponte do Flecheiro não deve ser construída; -que esta Ponte não resolve os problemas viários que afectam a cidade; -que é necessário revitalizar o Mercado Municipal e, em diálogo com os comerciantes aí estabelecidos, proceder à elaboração do “Programa Funcional do Mercado”, dinamizando-o e proporcionando àqueles que aí trabalham ou aí se abastecem outras e bem melhores condições de asseio, higiene, limpeza, funcionalidade, modernidade e competitividade com as grandes superfícies; -que o comércio tradicional do Centro Histórico tem de ser devidamente apoiado, o que só se consegue com a dinamização da vida na urbe, atraindo pessoas; -que é necessário proceder à elaboração de um estudo que avalie o impacto do “fórum” (Centro Comercial) na economia da cidade e do Concelho e em particular no comércio tradicional; -que os problemas que afectam Tomar só se resolvem com decisões bem pensadas e estruturadas no diálogo profundo sério e sem demagogias com os cidadãos a fim de captar o verdadeiro sentir e a alma Tomarense.

''O Comando da GNR sai de Tomar'', Paiva surpreso

Paiva segundo parece, foi o último a saber.
Basta ler o ofício que mandou enviar para Sua Excelência o Ministro de Estado e da Administração Interna. Ora aqui vai ele em primeira mão:
Exmº Senhor
Ministro de Estado e da Administração
Interna
Praça do Comércio
1149-015 Lisboa
Tomar, 2007 Março 26

Oficio nº 513/ PR
Excelência,
Fomos surpreendidos por uma notícia, num semanário local, dando conta de que “O Comando da GNR sai de Tomar”, desloca-se para Ourém e retira-se das instalações cedidas por esta Câmara Municipal.
Estranhando não ter sido consultado o Município, queremos, junto de Vossa Excelência lavrar um protesto:
Por não nos ser dada resposta à questão da deslocalização da PSP para as instalações do ex-anexo do Hospital Nossa Senhora da Graça de Tomar.
Por se terem promovido as alterações no seio da GNR, sem que pudéssemos manifestar a nossa opinião acerca da questão.
Recordamos Vossa Excelência que a PSP e a GNR ocupam dois edifícios desta Câmara Municipal sem que até à data, o Ministério tenha encontrado qualquer solução alternativa ou cumprido o previsto na lei.
Aproveitamos ainda a oportunidade para junto de Vossa Excelência:
Manifestar o nosso desacordo com as alterações impostas à GNR local.
Solicitar, mais uma vez, que se iniciem as obras de adaptação do edifício do ex-anexo do Hospital Nossa Senhora da Graça de Tomar para a PSP e se liberte as instalações municipais.
Solicitar ainda uma reunião, o mais urgente possível, para tratar o assunto da relocalização da GNR face às novas competências e ajustes da área de acção das forças de segurança constante da Resolução do Conselho de Ministros 44/ 2007.
Com a redução da área de intervenção da PSP estritamente às freguesias de Santa Maria dos Olivais e de São João Baptista e, sem sabermos o que vai ser o futuro em relação à GNR, sentimos que o resto do Concelho (350 Km2 e 14 freguesias) fica desprotegido e sem apoio directo mais próximo quando era precisamente na área rural onde as queixas de falta de apoio das forças de segurança se sentiam mais.
Permita Senhor Ministro que manifestemos o nosso inteiro desagrado pelo estado de abandono a que têm sido dotados os profissionais da PSP e da GNR no Concelho de Tomar. Este último gesto é um bom exemplo disso mesmo.
Não fosse a Câmara Municipal ter estas instalações e nem local onde trabalhar estes profissionais teriam.
Tudo isto ocorre num país onde a Administração Central tem, mesmo ao lado na mesma cidade, instalações devolutas e a degradar-se de dia para dia de que são exemplo o ex-anexo do Hospital Nossa Senhora da Graça de Tomar acima referido, ou as antigas instalações do Tribunal Militar devolutas, há já quase dois anos (e a menos de 300m das actuais instalações da GNR).
Tudo isto ocorre num país onde, em Concelhos com muito menos população e menores dificuldades do ponto de vista da segurança, se vê construir de raiz instalações megalómanas para quartéis da GNR, onde nem os profissionais se sentem bem com tanto espaço.
Desconhecemos as motivações para esta atitude do Ministério de deixar ao abandono as forças de segurança do Concelho. Desconhecemos também as razões para este súbito e desenfreado esvaziamento da GNR local. Sejam quais forem, a população de Tomar merecia mais consideração.
Queremos acreditar que tal não se manterá indefinidamente no tempo.
Tomar é (e continuará a ser) uma das cidades médias do país que, apesar do sucedido continuará a enfrentar os desafios e a encarar o futuro com optimismo, porque a população acredita nas suas próprias capacidades para ultrapassar estes e outros contratempos que lhe venham a ser impostos.
Não deixamos, no entanto, de considerar injusto e inexplicável o gesto praticado.
Aguardando a marcação da reunião solicitada, apresentamos os melhores cumprimentos,
O Presidente da Câmara Municipal
António P. Silva Paiva

Tabuleiros no Parque das Nações, o Polis de e com Paiva no Pavilhão de Portugal

''Para quem passeava pelo acolhedor Parque das Nações na tarde de domingo, foi uma surpresa: de repente, estava ali na sua frente um pequeno cortejo de tabuleiros. A curiosidade, as palmas e as fotografias não se fizeram esperar.
Os doze pares de tabuleiros estiveram ontem em Lisboa integrados no Dia das Cidades Polis dedicado a Tomar no âmbito da exposição Viver as Cidades, organizada pelo Programa Polis.
No Pavilhão de Portugal, a Câmara Municipal de Tomar organizou uma exposição alusiva à intervenção em curso na cidade, com o título “Fazer do rio uma ponte para o desenvolvimento” e onde eram dados a conhecer, em traços gerais, os três estudos desenvolvidos (hidráulico, de incidências ambientais e de mobilidade), os dois planos de pormenor em desenvolvimento (do Açude de Pedra ao Centro Desportivo e do Flecheiro e Mercado) e as respectivas obras já em curso ou em projecto, bem como as intervenções pós-Polis já equacionadas.
Paralelamente, a autarquia aproveitou a ocasião para promover a Festa dos Tabuleiros e a votação no Convento de Cristo como uma das Sete Maravilhas de Portugal, com a presença dos doze pares, um painel de grandes dimensões do Convento, a circulação pelo Parque das Nações de cerca de três centenas de tomarenses envergando t-shirts alusivas a estas duas iniciativas e a entrega de folhetos relativos às mesmas.
O objectivo foi cumprido: a divulgação funcionou e foi um auditório repleto que, a meio da tarde, teve oportunidade de assistir a uma apresentação multimédia da intervenção Polis acompanhada de explicações detalhadas de António Paiva.
O presidente da Câmara de Tomar quis assim apresentar de forma directa as iniciativas em curso deixando claras algumas das opções:
- Todo o espaço do Açude de Pedra, Mouchão da Fábrica, envolvente da Fábrica de Fiação e antigo Parque de Campismo vai ser usufruído pela população, com caminhos e ciclovia, espaços de apoio e a criação de um amplo Parque Urbano;
- o Mouchão e a Várzea Pequena estão a ser requalificados para garantir infra-estruturas básicas e iluminação em condições, mantendo no geral as suas características;
- toda a zona dos Lagares d’El Rei vai ser transformada num amplo espaço de cultura, com uma sala de exposições junto à Ponte Velha, a Fundição, auditório remodelado no local já utilizado para isso, a mini-hídrica a funcionar e a Moagem;
- o Fórum Romano, por trás dos Bombeiros, vai ser transformado num museu, depois de adquirido o espaço aos actuais proprietários;
- a envolvente da igreja de Santa Maria dos Olivais vai ser completamente requalificada, com a estrada para Marmelais a passar para as traseiras (onde agora decorrem as obras de saneamento), e a criação de uma ampla praça em frente, descendo depois em direcção ao rio;
- o Mercado, independentemente da solução encontrada para o requalificar, não sairá do local em que se encontra;
- o Flecheiro será completamente requalificado, desde o passeio ribeirinho a partir da Ponte Nova até ao Padrão.''
Gab. Com. C.M.T.